sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Kawasaki Ninja 250 ganha nova geração

A Kawasaski apresentou nesta quarta-feira (1) a nova geração Ninja 250 (a marca tirou o "R" da nomenclatura), na Indonésia. Com visual totalmente renovado, baseado nas esportivas de alta cilindrada, o produto chega, à princípio, para o mercado asiático e passou por completa mudança. O sistema de freios ABS passa a integrar o modelo como opcional, para disputar com a rival Honda CBR 250R, a "Ninjinha" recebeu novo chassi e teve o motor revisto. Segundo a fabricante, o propulsor bicilíndrico de 249 cm³. Potência e torque se mantiveram os mesmos.

Na Indonésia, a 250 rende os mesmos 32 cavalos da versão antiga vendida no país. O mesmo aconteceu com o torque, que manteve-se me 2,1 kgfm. No Brasil, a Ninjinha rende 33 cavalos de potência máxima. Ainda é impossível dizer, caso o modelo chegue ao Brasil, se haverá alguma alteração de potência.
Alterações no motor, chassi e suspensões

O motor possui injeção eletrônica e refrigeração líquida e, de acordo com a empresa, foi reformulado visando melhorar o consumo. Ele ganhou novos pistões e cilindros de alumínio fundido. Seu chassi é do tipo diamante, no qual o motor faz parte da estrutura, e tornou-se mais rígido, afirma a empresa.
As suspensões também foram revistas, com a adoção de novos amortecedores na dianteira. Complementando a sua nova estrutura, a moto ganho pneu traseiro mais largo. Para aumentar o conforto do piloto, a vibração da moto foi reduzida e uma nova tecnologia de gerenciamento de calor resultou em maior conforto.
Assim como na CBR 250R, o sistema de freios ABS é disponível como opcional. Para combinar com as otimizações mecânicas, a nova Ninja 250 recebeu um visual baseado nas "irmãs maiores" da família: ZX-10R e ZX-14R.
Enquanto o farol dianteiro é similar ao da ZX-10R, as carenagens laterais com pisca integrados lembram a ZX-14R. No Brasil, a marca ainda comercializa a versão antiga do modelo, que disputa com CBR 250R, Dafra Roadwin 250 e Kasinski Comet GTR 250. O G1 entrou em contato com a Kawasaki Brasil para informações sobre a possível chegada da novidade ao país, mas a empresa afirmou que ainda não há previsão de vendas da moto no Brasil.
Novo preço no Brasil

Apesar de não confirmar a venda do novo modelo, a Kawasaki Brasil iniciou, nesta quarta-feira, a comercializar a Ninja a partir de R$ 13.990. Antes, a moto tinha preço inicial de R$ 15.550.



Rafael MiottoDo G1, em São Paulo

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Feliz dia do Amigo!

Em uma viagem de moto não se aprecia a paisagem você faz parte dela, e quando se compartilha essa emoção com os amigos, a paisagem se torna uma arte.

by Alex Rosa



sexta-feira, 13 de julho de 2012

Mercado de motocicleta no Brasil – Primeiro semestre 2012

Motorcycle market in Brazil - First half 2012

Escrito por: Alex Rosa

O mercado de motocicletas recuou em 13% no primeiro semestre 2012. Foram 897.252 unidades contra 1.033.443 no mesmo período do ano passado de acordo com dados divulgados dia 10 de julho de 2012, pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).

Se compararmos o mês de julho com maio, houve retração de 8,2% com comercialização de 138.835 motos contra 151.316. Em relação a junho deste ano e o mesmo mês no ano passado, a queda foi de 13,6%.
Segundo o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, o setor vem sentindo efeitos da crise econômica global e as vendas em junho foi o mais baixo da história e o pior do ano.

"Isso é reflexo também da queda das vendas financiadas. Em 2011, representou 52% das vendas e, este ano, 46%. Uma parte dessa perda foi absorvida pelas vendas à vista e outra pelo consórcio, mas foi uma parcela muito pequena que não conseguiu compensar a perda dos financiamentos", explicou Fermanian.

A expectativa é que o setor feche o ano com queda entre 10% e 15%.  Fermanian lembrou que a previsão feita em novembro do ano passado era que as vendas em 2012 fossem 5% maiores.

Recordando

Tentativa 1 para combater as baixas vendas

Em dois decretos publicados do Diário Oficial da União no mês de maio 2012, o governo anunciou o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para motos, micro-ondas e aparelhos de ar-condicionado.
Os impostos aumentaram de 20% da alíquota para 35%, segundo a Receita Federal. O aumento é válido para produtos nacionais ou importados, mas a alíquota não incidiu sobre produtos originários da Zona Franca de Manaus, que permaneceramo com IPI de 20%.
Opinião
Cadê o incentivo do governo para este setor?
O setor duas rodas representa a segunda maior fatia fabril da zona franca de Manaus perdendo apenas para o setor de eletrônicos, gera cerca de 20 mil empregos diretos. Os pátios das fábricas estão completamente lotados, devido à retração do mercado. O governo combateu as importadas para proteger a zona franca de Manaus aumentando impostos, por outro lado, não incentivou o mercado das nacionais reduzindo os impostos, e “pra ajudar” os bancos estão com créditos super-retraídos e cada vez mais rigorosos em suas analises para aprovar uma ficha de financiamento. Vamos acordar senhores ministros!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

TT da ilha da Man – E aí vai encarar?

Isle of Man TT - And then will face?
Escrito por: Alex Rosa

A pacata ilha entre a Irlanda e o Reino Unido chamada Isle of Man, recebe desde 1907 a mais tradicional e perigosa corrida de motocicleta do mundo, o TT da Ilha de Man.

O circuito da prova utiliza a estrada que circula a ilha, cercado de água e ovelhas por todos os lados, cruzando montanhas e vilarejos
. As motocicletas chegam a atingir uma velocidade de mais de 330 KM/h, ou seja, não há limites de velocidade e o piloto tem que possuir muita, mas muita experiência, pelo fato de ter que ficar o tempo todo segurando a moto para ela não decolar.


Os maiores vencedores são: Joey Dunlop com 26 vitórias em 78 participações; Mike Hailwood com 14 vitórias em 34 partiçipações; Steve Hislop com 11 vitórias em 26 participações; Giacomo Agostini com 10 vitórias em 16 participações; Phill Read com 8 vitórias em 33 participações e Jonh Surtess com 6 vitórias em 11 participações.


As marcas mais vitoriosas: HONDA com 111 vitórias; YAMAHA com 105 vitórias; NORTON com 43 vitórias; MV AGUSTA com 34 vitórias; BMW com 30 vitórias e SUZUKI com 28 vitórias.

Confira o filme abaixo sobre o TT da Ilha de Man



segunda-feira, 21 de maio de 2012

GP Brasil 2012 - Mundial de Motocross

Escrito por: Alex Rosa

A chuva que caiu neste domingo (20) no Beto Carrero World não foi capaz de estragar os grandes duelos na pista, válidos pela quinta etapa do Campeonato Mundial de Motocross. Pelo contrário, aos olhares dos mais de 20 mil espectadores que se aglomeraram nas arquibancadas e camarotes, os pilotos superaram seus limites e obstáculos do traçado. Quem se adaptou rapidamente à lama foram o francês Christophe Pourcel, na MX1, e o britânico Tommy Searle, na MX2, que conquistaram o Honda GP Brasil de Motocross.


Clique sobre a foto para ampliar (Foto: Tiago Novo)
Entre os brasileiros, Jorge Balbi Júnior, na MX1, e Marçal Muller, na MX2, foram os principais nomes e finalizaram o somatório das corridas na 19ª e 18ª posição, respectivamente.

Contatos do autor: falecom@alexaraujo.com  -www.twitter.com/alexrosa100

terça-feira, 8 de maio de 2012

Abril registra queda de 26% na venda de moto

Escrito por: Alex Rosa

Apesar das reduções nas taxas de juros anunciadas por alguns Bancos em abril, o segmento de motocicletas apresentou queda nas vendas ao consumidor final (emplacamentos), que totalizaram 132.201 unidades, correspondendo às baixas de 20,2% ante março e 9,5% em relação a mês similar de 2011. Com a queda dos juros e a alta inadimplência os Banco estão se tornando cada vez mais criteriosos nas aprovações de uma ficha de financiamento, com isso acaba reduzindo o crédito na praça.


Foram emplacadas 61.440 motocicletas na primeira metade deste mês, ante 82.839 unidades na quinzena inicial de março passado.


Seguindo o mesmo ritmo lento registrado nos últimos meses, os números que traduzem a real quantidade de novas motocicletas em circulação apresentaram queda de 26% na primeira quinzena de abril, em relação a período similar de março.


Fonte: 
Fenabrave Venda (emplacamentos) acumulada em 2012 (jan-abr) por marca /  Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares.)

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Uma parceria que fabrica sonhos - Audi compra a Ducati

A partnership that manufactures dreams - Audi bought Ducati
Escrito por: Alex Rosa

A alemã Audi fechou o negócio no dia 19/04/2012 e adquiriu a Ducati. Agora, a marca pode competir com a concorrente BMW no setor das motocicletas. Rupert Stadler, presidente da Audi, disse: “Como uma marca premium esportiva e global, a Ducati é uma excelente representante dos valores da Audi”.


A Ducati é uma empresa com atuação global e possui pontos de produção em sua sede localizada em Bolonha e em fábrica própria na Tailândia.  A empresa mantém uma série de empresas importadoras instaladas em mercados estratégicos. Em 2011, a Ducati vendeu aproximadamente 42.000 motos, gerando uma receita de cerca de € 480 milhões. A empresa emprega atualmente aproximadamente 1.100 pessoas.


A empresa foi fundada por Adriano e Marcello Ducati em 1926, em Bologna, na Itália. Registrada originalmente como Società Scientifica Radiobrevetti Ducati, a empresa construía inicialmente peças para rádios. Em 1949, a Ducati iniciou a fabricação de motos.

A Ducati participa ativamente de corridas de moto por meio da “Ducati Corse”, divisão de competição da marca. Atualmente, a empresa tem uma equipe oficial na classe MotoGP do Campeonato Mundial de Motociclismo. Ela atua ainda no Campeonato Mundial de Superbike, suportando equipes privadas. Nesse último, dos 21 campeonatos já realizados, a Ducati venceu como fabricante 17 vezes. Já no campeonato de pilotos, a empresa conquistou 14 vezes o título.



Fonte: Audi Imprensa, foto divulgação

Contatos do autor: falecom@alexaraujo.com  -www.twitter.com/alexrosa100

terça-feira, 17 de abril de 2012

Categoria Touring Adventure – Pronta para se aventurar

Category Adventure Touring - Ready to venture
Escrito por: Alex Rosa
Essa categoria é formada por motocicletas projetadas para oferecer o máximo de conforto e desempenho, a posição do condutor permanece ereta e, auxiliado pelo guidão, proporcionam ao motociclista uma condução muito mais confortável e relaxada em longas e curtas viagens. Os motores geralmente em “V” busca-se principalmente maximizar o torque em um regime de rotações o mais baixo possível, deixando a busca por alta potência em segundo plano.  Algumas possuem o mais alto grau tecnológico existente hoje, tais como: Aquecedor de manopla, computador de bordo, ajuste eletrônico da suspensão, freios ABS inteligentes e controle de tração.

Hoje essa categoria assim como as esportivas, começa com 250 cilindradas alcançando até 1300 cilindradas, os principais fabricantes são: Kawasaki, BMW, Honda, Yamaha, KTM, Suzuki e Harley Davidson. O preço varia entre R$ 14.000 e pode chegar até R$ 109.000.





quarta-feira, 4 de abril de 2012

quinta-feira, 22 de março de 2012

Motovelocidade e Motocross no Brasil – A falta de incentivo e uma confederação má administrada

Superbike and Motocross championship in Brazil - Lack of incentives and poor administered a confederation.
Escrito por: Alex Rosa

Épocas de glória dos campeonatos de Motocross

Os campeonatos de MotoCross surgiram no Brasil por volta de 1973 que teve seu primeiro campeão Nivanor Bernardi (Yamaha) /Santa Catarina, na categoria 125 e 250. Logo depois surgiram grandes campeões e o esporte foi se tornando cada vez mais popular, com direito a suas Finais serem no estádio do Pacaembu/SP. Em 1987 surge um dos maiores ídolos do esporte no Brasil, Jorge Negretti (Yamaha) / São Paulo, esse piloto conquistou títulos nas categorias 125 e 250 e se tornou uma grande referência do Motocross no Brasil. Após Negretti surgiram outros pilotos excelentes em suas performances tais como: Massoud Nassar / Minas Gerais, Milton Becker (Chumbinho)/ Santa Catarina, Eduardo Saçaki  (Japonês voador)/ Paraná, entre outros.

Com o passar dos anos a CBM (Confederação brasileira de motociclismo) foi sendo cada vez mais má administrada, e foi entrando em uma grande decadência, até que a Honda chegou a montar e administrar seu próprio campeonato, chamado “Super Liga de Motocross”, que correm os principais pilotos do país da atualidade: Wellington Garcia, Jorge Balbi Jr., Leandro Silva. Em paralelo a esse campeonato a CBM tenta levar o “falido” Campeonato Brasileiro de Motocross.  

Além da má administração da confederação trouxe também a falta de interesse e incentivo a esse esporte pelos governantes e pelas mídias de massa do país.


Motovelocidade no Brasil

            O campeonato nacional nunca teve grande expressão no país, porém o Brasil recebeu durante muitos anos o campeonato MotoGP de motovelocidade que tivemos como grande ídolo o piloto Alexandra Barros, que apesar de nunca ter conquistado o título do MotoGP foi um grande piloto, e se aposentou 2007. Uma das novas promessas é Eric Granado, piloto de 15 anos que partir desse ano estreia no Moto GP2.

O Brasil não sedia um grande prêmio do MotoGP desde 2004. Bem diferente da terra tupiniquim, na Inglaterra, Itália entre outros países europeus esse esporte é muito popular. Há uma possibilidade mínima que em 2013 o Brasil volte a sediar um grande prêmio de MotoGP, mas ainda não confirmada.

Hoje as coisas parecem que começaram a melhorar, assim como a Honda criou o seu campeonato de Motocross a Equipe MotoSchool também criou o seu campeonato de Motovelocidade intitulado como “Superbike Series Brasil” que vem em excelente crescente ano a ano, contando em 2012 com os seus principais patrocinadores: Honda, Kawasaki, Pirelli e Mobil.

            Impulsionado pela iniciativa privada e pela ótima fase econômica que vive o Brasil, os campeonatos de Motocross e Motovelocidade vem ganhando aos poucos cada vez mais espaço. Aos amantes do esporte só nos resta torcer, para que nossos governantes e os administradores de nossa confederação abram o olho e enxergue nesses atletas também um futuro para nosso país.

 


quarta-feira, 14 de março de 2012

Categoria Ciclomotor - A frota fantasma e uma legislação ainda indefinida do Brasil

Category Moped - The ghost fleet, and a still undefined legislation in Brazil
Escrito por: Alex Rosa


Que o Brasil tem uma grande frota de motocicleta circulante e que o mercado está cada vez mais forte e que possuímos o 4º maior mercado de motos do mundo, todos nós já sabemos, conforme mencionei no post: “Brasil o gigante das Américas para o mundo”. O que algumas pessoas não sabem, é que em várias cidades em alguns estados brasileiros para se ter e pilotar um ciclomotor não há a necessidade de licenciamento e nem carteira de habilitação, isso significa: Aumento considerável nas vendas, porém, o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) não tem como fiscalizar, mensurar o tamanho desse mercado, além de infelizmente aumentar também o número de acidentes, que centraliza principalmente nas regiões norte e nordeste.

 

O que é um ciclomotor?

 

Ciclomotor é todo o veículo de duas ou três rodas, provido de um motor de combustão interna, cuja cilindrada não ultrapasse as 50cc e a velocidade máxima de fabricação não exceda os 50 km/h.

 

Quais marcas fabricam?

 

As grandes maiorias dos fabricantes cerca 76% desse mercado no Brasil são de origem chinesa , porém com produção nacional no modelo CKD (Completely Knock-Down ou Complete Knock-Down): Kasinski (CR Zongshen), Dafra, Traxx e Shineray.

 

 

 

Quais as vantagens do Ciclomotor?


            Nas cidades onde não há a necessidade de licenciamento e emplacamento as pessoas que não tinha condições de comprar e manter uma motocicleta optaram pelo Ciclomotor, que além de mais barato também é mais econômico, alguns chegam a fazer mais de 50 Km com apenas um litro de gasolina.

Custo para manter uma motocicleta:
  • Licenciamento Emplacamento: *R$ 450,00 (Valor pago uma vez)
  • IPVA: Em torno de 1% sobre o valor do veículo (Valor pago anualmente)
  • DPVAT: R$ 279,27 (Valor pago anualmente)


            Custo para manter um ciclomotor nessas regiões:

                        Somente manutenção e combustível.

*Valor médio.

O que diz a lei sobre condução de ciclomotor no Brasil?

 

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece que todos os veículos motorizados, mesmo que sejam elétricos, devem ser devidamente registrados pelos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans), ou pelo município, para circularem em vias públicas. Conforme o Art. 57 do CTB os ciclomotores e ciclo-elétricos devem ser conduzidos na faixa mais à direita da pista de rolamento ou na borda da pista, quando não houver acostamento. Além disso, de acordo com Art. 244 do CTB eles não podem circular em rodovias que não tenham acostamento.

 

Conceitos e definições do Código de Trânsito Brasileiro – CTB
  • Bicicleta - Veículo de propulsão humana, dotado de duas rodas, não sendo, para efeito deste Código, similar à motocicleta, motoneta e ciclomotor.
  • Ciclo - Veículo de pelo menos duas rodas a propulsão humana.
  • Ciclomotor - Veículo de duas ou três rodas, provido de um motor de combustão interna, cuja cilindrada não exceda a cinqüenta centímetros cúbicos (3,05 polegadas cúbicas) e cuja velocidade máxima de fabricação não exceda a cinqüenta quilômetros por hora.
  • Motocicleta - veículo automotor de duas rodas, com ou sem side-car, dirigido por condutor em posição montada.
  • Motoneta - veículo automotor de duas rodas, dirigido por condutor em posição sentada.


E porque há cidades que não há necessidade de licenciamento do ciclomotor?

CAPÍTULO II

DO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO

Seção II

Da Composição e da Competência do Sistema Nacional de Trânsito

Art. 24. Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição:

XVII – registrar e licenciar, na forma da legislação, ciclomotores, veículos de tração e propulsão humana e de tração animal, fiscalizando, autuando, aplicando penalidades e arrecadando multas decorrentes de infrações;


**Observem que a responsabilidade pelo licenciamento do ciclomotor é de cada município.

 

Poderá conduzir ciclomotor sem CNH (Carteira Nacional de habilitação) ?

 

Ao depararmos com ciclomotores nas vias públicas, os condutores além dos equipamentos de segurança exigidos por lei: capacete com viseira ou com óculos de proteção deverão portar a Autorização para Conduzir Ciclomotores "ACC" ou CNH (Carteira Nacional de Habilitação). O documento vem no formato da Carteira Nacional de Habilitação, contendo no campo próprio que se trata de ACC, e contendo a data de vencimento.

Para obter a Autorização para Conduzir Ciclomotor, o candidato deverá preencher os mesmos requisitos exigidos para as categorias A, B e AB:

• ser penalmente imputável (ter mais de 18 anos) 
• saber ler e escrever
• possuir documento de identidade
• possuir Cadastro de Pessoa Física (CPF)

Essa autorização cabe também a cada DETRAN (Departamento estadual de trânsito) emiti-la ou não. Caso o DETRAN de seu estado não emita terá que habilitar-se na categoria “A”, sendo assim estará apto e autorizado a conduzir tanto ciclomotor como motocicletas em geral.

Fonte: Blog Trânsito Brasil - Policial Militar - Cientista Social Professor de Legislação de Trânsito - Agente de fiscalização em Blitz

 

Aumento de acidentes

Como em algumas cidades não é necessário licenciamento, emplacamento e obrigatoriedade de CNH (Carteira Nacional de Habilitação) para condução do Ciclomotor, os acidentes envolvendo motocicletas, ciclomotores entre outros veículos duas rodas, aumentaram muito. Segundo pesquisa feita pelo DETRAN do estado do Ceará, cresceu em 1.000% a taxa de atendimento a pacientes vítimas de acidentes com moto no IJF entre o ano 2000 e setembro de 2011. Hoje, 70% dos leitos do hospital são ocupados por esse tipo de paciente.

Conclusão:

- Perante ao licenciamento do ciclomotor ficou claro que, cada município tem a sua responsabilidade e legislação vigente cabendo ou não licenciar o ciclomotor. E que a maior concentração dos municípios que não licencia ciclomotores encontra-se na região nordeste e norte do país. 

         - Como alguns municípios não licencia esse tipo de veículo não há como o DENATRAN mensurar com propriedade e certeza o tamanho do mercado dessa categoria nas ruas. Podemos deduzir somente pela produção e venda no atacado. E que o mercado de vendas no varejo do setor duas rodas no Brasil é maior que o divulgado pela Fenabrave e Abraciclo, já os dados para pesquisas são extraídos do DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito)


        - A condução do ciclomotor é permitida sem CNH (Carteira de Habilitação) desde que o piloto tenha a “ACC”( Autorização para Conduzir Ciclomotores), seja maior de 18 anos e esteja devidamente equipado com os mesmos quesitos de segurança da motocicleta. Mas em cidades de pequeno porte há falta de fiscalização.

 

Fonte de informação: http://www.denatran.gov.br

 

Contatos do autor: 

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